
Tudo
bem, pessoal?
Sabe
quando você assiste a um filme sem muita expectativa e ele acaba te surpreendendo?
Pois é, foi isso que aconteceu comigo e “Mesmo
Se Nada Der Certo”.
O
filme conta a história de Gretta (Keira Knightley), uma compositora que
acompanha o namorado (Adam Levine) que foi contratado por uma gravadora para
lançar seu primeiro álbum. Entre gravações em estúdio e viagens para divulgação
do CD, o namorado acaba se envolvendo com uma outra pessoa e os dois terminam o
relacionamento. Gretta pede abrigo na casa de um amigo que numa noite a leva em
um bar e faz com que ela se apresente. No bar, enchendo a cara, está Dan (Mark
Rufallo) um produtor musical falido. Aliás, falido é pouco. A vida do cara é
uma confusão só.
Bem,
os dois acabam embarcando em um projeto que consiste em gravar as músicas
compostas por Gretta tendo a cidade de Nova York como cenário. Essa parte do
filme é muito legal. Eles gravam em estações do metrô, em
becos, em terraços de edifícios e é tudo meio clandestino. Quando são
descobertos têm que sair correndo.
O
filme tem tudo para ser meio previsível, mas não é de forma alguma. Nenhum
personagem é perfeitinho, bonitinho ou
certinho. Ao contrário, são pessoas que passam por fracassos e cujas vidas estão
desestruturadas por várias razões diferentes. E o ponto forte do filme é justamente esse, o final não é aquele "conto de fadas" com todos os problemas resolvidos e todos felizes para sempre. A mensagem que fica é que a vida é assim mesmo,
dias bons outros ruins e que se a gente quer alguma coisa tem que correr atrás.
Keira
Knightley e Mark Ruffalo estão ótimos em suas interpretações. Keira como cantora deixa um pouco a desejar, mas não chega a atrapalhar. Adam Levine, em sua primeira experiência
atuando, até dá conta do recado e temos a participação de Cee Lo Green dando
uma força aos protagonistas. Destaque especial para a trilha sonora que é muito
boa.
Se
você estiver zapeando pelos Telecines da vida ou pelo Netflix, não deixe de
conferir!
Beijos,
Ro
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