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Em
“A
Maldição do Vencedor” vamos conhecer Kestrel, filha do general do
Império Valoriano que tem 17 anos e precisa decidir se vai se alistar no
exército ou se casar. Os valorianos são um povo conquistador, eles expandem seu
Império escravizando outros povos. Embora, tenha sido treinada para se alistar,
Kestrel não se considera boa na arte da luta e não quer guerrear. Tudo que ela
quer é tocar piano, mas seu pai a quer usando sua habilidade de estrategista
para servir ao exército valoriano. Um dia, passeando com sua melhor amiga Jess
pelo mercado, Kestrel acaba participando de um leilão e comprando por uma
generosa quantia um escravo chamado Arin. Ela sente uma atração pelo escravo e
no início tenta não ter contato com ele, mas acaba sendo inevitável a
convivência dos dois.
Esse
primeiro volume da trilogia, vai nos apresentar a sociedade valoriana e sua conquista
sobre o povo Herrani. Acho que o ponto alto do livro é ver Kestrel elaborar
suas estratégias. Ela tem, de fato, esse dom. Consegue analisar as situações e
tem lábia para convencer as pessoas a fazer o que ela quer. Como romance, achei que o livro deixou a
desejar.
De
forma geral, o livro é mediano. A trama ganha um fôlego depois da metade do
livro. Como leitora de romances, achei que o casal não implacou, química zero
entre eles. É uma pena porque a premissa de um romance proibido entre uma
garota do povo conquistador e um escravo tinha tudo para render bons momentos.
Provavelmente,
lerei as continuações para ver como vai terminar essa estória, mas não serão
leituras prioritárias na minha mesinha
de cabeceira.
Um
abraço,
Ro

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