sábado, 2 de dezembro de 2017

[Resenha] Série As Sete Irmãs - Lucinda Riley: A Irmã da Pérola

          Olá! Tudo bem?
Sigo firme acompanhando a série “As Sete Irmãs” (se quiser conhecer minha opinião sobre os outros livros é só clicar aqui) e a narrativa da vez é sobre a Ceci.
Em “A Irmã da Pérola” viajamos para a Austrália de 1907,  é lá que vai se desenrolar a estória de Katherine McBride. Kitty é filha de um pastor e vive na Escócia com sua família. Aos  18 anos, ela  embarca como dama de companhia da senhora McCrombie, amiga de sua família, que está indo para a Austrália visitar sua irmã. O que Kitty não imaginava era que essa viagem iria traçar seu destino irremediavelmente. Chegando na Austrália ela conhece Andrew e Drummond Mercier, irmãos gêmeos, sobrinhos da senhora McCrombie. A família Mercier é rica e tem vários negócios espalhados pelo país, o principal deles é a extração de pérolas. Os irmãos se apaixonam por Kitty e ela se casa com Andrew. Os dois levam uma vida tranquila, apesar das diferenças de personalidade e opiniões entre ambos. A vida de Kitty acaba se entrelançando com a de alguns aborígenes e esse fato será crucial para nossa protagonista, Ceci.
Sou fã de carteirinha dessa série, mas tenho que dizer que esse foi o livro que menos gostei. A estória de Kitty me prendeu e emocionou, mas as partes de Ceci não me tocaram. A primeira parte do livro se passa na Tailândia e, honestamente, não vi sentido nenhum para a estória de todos os acontecimentos que se desenrolam por lá. Nos livros anteriores, as irmãs sempre tinham uma visão o com pai adotivo e neste livro isso não acontece. Senti falta!
Se recomendo a leitura? Claro que sim, os pontos negativos em nada invalidam a continuação da leitura. Para mim, a estória de Pa Salt ainda merece muitas explicações e não vejo a hora de ver onde isso tudo vai dar. A próxima a embarcar em uma viagem rumo às suas origens será a Tiggy.
Beijos e até a próxima!
Ro


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

[Resenha] Stranger Things (NetFlix)

Oi, pessoal


Assim que estreou a primeira temporada de “Stranger Things” e estava todo aquele falatório em torno da série, eu assisti aos dois primeiros episódios. Gostei, mas não foi aquilo tudo! Tanto que nem continuei. Passaram-se alguns meses, meu filho estava zapeando pela NetFlix e encontrou a série. Comentei que era legal e começamos a assistir juntos. Gente, maratonamos as duas temporadas no final de semana. 



Para quem ainda não ouviu falar, a série se passa na cidade de Hawkins e a trama se inicia com o desaparecimento de Will Byers. Will e seus amigos (Mike, Justin e Lucas) adoram os jogos de RPGs e passam horas jogando. Em uma noite, após terminarem uma partida na casa de Mike, os meninos voltam para suas casas, algo acontece e Will desaparece. Sua família só se dá conta que ele não dormiu em casa na manhã seguinte. A partir daí começa a luta de sua mãe e seu irmão para encontrá-lo. Tudo leva a crer que um Laboratório existente na cidade não só está envolvido no sumiço de Will, como também realiza experiências muito suspeitas. Paralelo à investigação policial e da família, os três amigos de Will também resolvem procurar por ele. Enquanto investigam, eles conhecem Onze e acabam levando a garota para a casa de Mike. Logo os meninos descobrem que Onze não é uma menina normal, ela tem o poder de mover as coisas com a mente.

A série se passa nos anos 1980 e tudo nos transporta para essa época: as músicas, as roupas, os penteados e até os posters de filmes nas paredes dos quartos. Eu me encontrei, tinha a mesma idade das personagens nessa época e foi inevitável não me sentir saudosista. A série tem todos aqueles personagens clichês: a turminha de amigos nerds da escola, a mãe divorciada que trabalha duro para sustentar a família, o típico casal de classe média americana, a certinha da escola que é apaixonada pelo gostosão. Nem por isso a trama perde, pelo contrário, ao longo dos episódios as personagens vão ganhando fôlego. Nossa personagem preferida sem dúvida é a Onze! Aliás, acho que assistir a série com meu filho fez toda a diferença. Fiquei com a sensação que Stranger Things é aquele tipo de programa feito para criança com linguagem para adulto. 

Na NetFlix podemos conferir as duas temporadas da série. A segunda acabou de estrear e a terceira já está desenvolvimento. Parece que os produtores estão lutando contra o tempo, eles temem as mudanças físicas do elenco já que as crianças estão entrando na adolescência. Só espero que a 3ª temporada explore outro mistério, acho que o assunto abordado nas duas primeiras já rendeu o suficiente.

Enfim, acho que vale conferir Stranger Things.

Até a próxima!
Ro
 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

[Resenha] Corte de Asas e Ruína - Sarah J.Maas (Série: Corte de Espinhos e Rosas)



Olá!
Terminei de ler “Corte de Asas e Ruína” e o coração está como????  Já com saudade!!!!


O terceiro volume da série foca na guerra entre Prythian e Hybern. Todo o planejamento, a consolidação ou quebra de alianças entre a Corte Noturna e as demais, visando enfrentar o funesto  rei  de Hybern.


Feyre está na Corte Primaveril com sede de vingança contra Tamlin e Ianthe que entregaram sua família para Hybern. Seu plano é acabar com Tamlin fazendo com que ele fique desacreditado em sua própria corte. Após obter algumas informações sobre os planos de Hybern, ela volta para casa com Lucien (lembrando que Lucien é parceiro de Elain) não sem antes dar uma lição em Ianthe.


De volta à Corte Noturna, Feyre reencontra seu parceiro, seus amigos e suas irmãs. As duas não conseguem superar a experiência com o caldeirão. Elain está cada dia mais apática e o temperamento de Nestha ainda pior. Vamos aos poucos descobrindo as consequências da transformação de ambas em feéricas. Rhys e Feyre buscam por todo o tipo de aliança que conseguirem. Além dos Grão-Senhores (Helion, Tarquin, Kallias, Thesan). Acordos foram selados com criaturas como a Tecelã e o Entalhador de Ossos. Uma figura contraditória nessa aliança é Tamlin, sabemos que ele se aliou ao rei de Hybern, mas em momentos importantes ele está do lado dos nossos protagonistas. Me decepcionei um pouco com a ausência de Lucien na maior parte da trama. Aliás, houve pouco avanço no relacionamento dos casais que foram cogitados no segundo volume da série, talvez porque ainda virão mais livros por aí (mais alguém achando que Nestha e Cassian têm que ser parceiros?). Em contrapartida, pudemos entender um pouco o relacionamento, ou a falta dele, entre Mor e Azriel. Quanto à Amren, confesso que não gostei do que aconteceu com ela, espero que a personagem não perca seu “charme.”


Gente, agora um parênteses para falar de Feyre e Rhys. Tem como não se apaixonar por Feysand? Que amor lindo eles têm. São parceiros, amantes, amigos. Existe humor, respeito e admiração entre eles. Rhys não se sente diminuído por ter uma parceira forte, pelo contrário, ele é orgulhoso de sua Grã-Senhora. 


“ ... -e se não tivesse conhecido minha parceira, eu teria esperado quinhentos anos mais por você. Mil anos. E, se esse foi todo o tempo que nos foi permitido ...a espera valeu a pena.”


Enfim, agora esperar o próximo livro que só deve sair ano que vem. Parece que teremos mais três livros e três contos. E haja sofrência até lá!


Bjs e até a próxima!

Ro